Cinquenta Tons de Cinza

Mesmo se nunca leu, você provavelmente já ouviu falar de '50 Tons de Cinza', o tão aclamado bestseller erótico. Então confira a resenha e saiba mais sobre o livro que trouxe à tona o tema tabu BDSM.

Jogos Vorazes

Você está tão ansioso quanto a gente para a estréia de 'Em Chamas' no cinema? Enquanto isso por que não conferir a resenha de 'Jogos Vorazes'?

Lola e o Garoto da Casa ao Lado

Confira a resenha do segundo livro da autora Stephanie Perkins, autora de 'Anna e o Beijo Francês'.

Cidade dos Ossos

Dê uma olhada na resenha do bestseller do New York Times que recentemente ganhou uma adaptação para o cinema.

07 agosto, 2012

Michel Fonseca - Novo Parceiro

A Torre - Saga “Os Sete Cavaleiros de Algord” de Michel Fonseca

A Torre é o primeiro livro da Saga “Os Sete Cavaleiros de Algord” e conta a historia de Mick Fronsac e seus seis amigos que são abduzidos para Galáxia Irione, mais precisamente para o planeta Tood-Sil’s, assim que chega Mick conhece a jovem Celina D’Kiet, mas logo são separados pelo Capitão Silk Aydu que leva Mick para o palácio Sil’s. Lá ele reencontra seus amigos e conhece o General Ivaniv Koor, que conta que eles são a reencarnação de sete cavaleiros
que viveram em um planeta chamado Algord e que a misteriosa morte deles deu origem ao Império Sarac que domina a galáxia há mais de vinte anos sob a liderança do Imperador Telvarius Sarac.
Koor pede para eles se aliarem ao RAS “Revolução AntiSaracsista” que tem como seu principal objetivo derrubar o Império Sarac e devolver a liberdade para a galáxia, os sete jovens aceitam e se aliam ao movimento, começando assim um intenso treinamento de combate e de adaptação ao seu novo mundo.
Os Sete Cavaleiros de Algord iniciam uma guerra para reconquistarem a Torre de onde partem os Mops galácticos que cruzam o universo e que podem levá-los de volta para casa, mas ela foi dominada pelo império, que deseja utilizar os mops para expandir seu domínio pelo universo.


Face a Face - Saga “Os Sete Cavaleiros de Algord” de Michel Fonseca

Face a Face – que vai ser lançado em Novembro desse ano – é o segundo livro da Saga “Os 7 Cavaleiros de Algord” onde cinco meses após a reconquista da Torre, Morales e Luiz são enviados ao planeta Ocheam com a missão de investigar o envolvimento do Império Sarac com os Piratas Galácticos no fornecimento de minério de lars para o império, sendo que este metal é somente comercializado pelo ganancioso Drirom Rentor.
Em meio a essa investigação eles acabam descobrindo que o império mantem secretamente uma fábrica de armas em uma região remota do planeta Ocheam e que o minério contrabandeado abastecia a fábrica. Mas a missão
dos cavaleiros foi interrompida com uma mensagem do General Ivaniv Koor, que ordenou para que os dois retornassem a Tood-Sil’s para se reunirem aos outros e partirem para o planeta Algord.
Em Algord os cavaleiros ativam as sete torres para recebem uma mensagem holográfica do falecido rei de Algord Ted Tolemam que os ajudariam a desvendar o enigma sobre a morte dos Sete Cavaleiros de Algord. Mas a aparição de um misterioso cavaleiro abalará definitivamente os objetivos do RAS (Revolução Anti-Saracsista) fazendo Silanos e Ocheaneses se unirem aos Cavaleiros de Algord mais uma vez para destruírem a fábrica de armas e descobrirem a identidade do misterioso cavaleiro das sombras. 


Sobre o Autor:

Michel – o mais novo autor do blog – nasceu no Rio de Janeiro no ano de 1981, cidade onde vive até hoje com o seu filho. Estudou e morou no bairro de Copacabana. O Escritor que é formado em marketing é conhecido pelo seu bom humor, carisma e grande criatividade. Um amante de ficção cientifica com um conceito curioso sobre o gênero, fazendo religião e ciência andarem lado a lado.

E para quem quer saber mais, é só acessar a página no Facebook ou o Blog dos livros. 



05 agosto, 2012

O Príncipe Gato e a Ampulheta do Tempo - Bento de Luca

Atenção: Pode conter spoiler!

Através de um Buraco de Minhoca (um túnel dimensional no qual é possível viajar entre os mundos) o Princípe Gato, Príncipe de Marshmallow, chega ao nosso mundo, na grande São Paulo. Com o mundo de Marshmallow em perigo, o Príncipe Gato procura pela lendária Ampulheta do Tempo, um valioso objeto que poderá reverter a destruição iminente de Marshmallow e que está escondido em nosso mundo. Ele conta com a ajuda do humano Hugo, que, forçado e ameaçado pelo gato se vê obrigado a ajudar o Principe. Não só a improvável chance que eles têm de encontrar a Ampulheta - já procurado por muitos anos por um antigo princípe - os atrapalha, como também os Feiticeiros, habitantes de Marshmallow, que assim como o Princípe Gato transporam o Buraco de Minhoca e farão de tudo para impedi-los de encontrarem a Ampulheta. Muitos perigos rondam essa aventura numa batalha contra o tempo e contra todos.
O livro é narrado pelos personagens principais: Hugo, o Princípe Gato e Eleanor.
Eleanor é meu personagem preferido. É um ratinho falante metido a Einstein e multifuncional. Terapeuta, lavador de louças, perito em cenas de crime, praticante de artes marciais (sim, ainda estou falando do rato), além de possuir um vasto conhecimento. Esse rato é extremamente sensível e quando se sente ofendido ou não reconhecido por seu verdadeiro valor se mostra bastante indignado. É bem divertido ver sua indignação.
No início do livro o Princípe se mostra orgulhoso, convencido e sem um pingo de paciência, e sua relação com Hugo não poderia ser pior. Os dois tem uma personalidade muito parecida, então quando se conhecem não se dão muito bem. Porém, no decorrer do livro, eles se tornam mais intímos e sabem perfeitamente o que falar ou o que fazer para irritar um ao outro, bem, principalmente da parte do Princípe Gato que sabe perfeitamente como irritar todo mundo.
O toque de ironia imposto no livro, em frases simples e reais deram um toque de humor a tudo, e tornaram os personagens ainda melhores.
O que me surpreendeu foi o final; eu realmente não esperava por aquilo. E não no bom sentido. Essa história, que no início, me pareceu um pouco infantil foi me conquistando e me fazendo desejar um final feliz para todos os personagens, principalmente Hugo, que tão jovem já havia sofrido tanto. Porém, o desfecho não foi exatamente o que eu esperava. De certa forma ele ficou sem resposta. A tão aguardada salvação de Marshmallow foi superada por um fim que nunca imaginei, e então, o livro acabou.
Espero que na continuação mais detalhes sejam dados, que Marshmallow realmente tenha encontrado sua salvação e que também sejam salvos aqueles que no fim do "Princípe Gato", aparentemente também encontraram seus fins... nada felizes.

4 nyans para o livro.


- Resenha por Carla Pereira.

03 agosto, 2012

Novidades da Novo Século

Ultimamente a Editora Novo Século tem enviado para os seus parceiros e-mails muito misteriosos sobre o próximo lançamento...
Deem uma espiada


E então, curiosos?
Alguém tem algum palpite sobre o que será esse grande lançamento?
Só acho que alguém vai ficar bem bravo e até mesmo vingativo... ADORO livros com gente com raiva! HAHAHA
Vamos aguardar ansiosas até descobrirmos o que é tudo isso....

02 agosto, 2012

Assombrado – A Mediadora #5 – Meg Cabot

          Atenção: Pode conter spoiler!

O penúltimo livro da série A Mediadora, de Meg Cabot, é o menor livro em quantidade de páginas, e acredito que também seja mais como uma introdução ou explicação, para a finalização da série.
Suzannah passou suas férias de verão trabalhando no Pebble Beach Hotel and Golf Resort, onde conheceu Jack, um mediador de oito anos e seu irmão chatão e sedutor Paul Slater.
Paul também revela ser diferente dos outros humanos, mas ele parece ser bem mais do que um simples mediador – e também acaba revelando que Suze é como ele. E por quase ter matado Suze e faze-la perder de novo Jesse, ela tem pavor desse cara.
Era para o pesadelo acabar quando as aulas começassem, mas é ai que parece que o perigo só está voltando. Paul Slater é o novo aluno matriculado na Academia da Missão Junipero Serra, e como se não bastasse, ele ainda tenta ganhar o coração confuso de Suzannah.
O motivo por Suze estar tão abalada emocionalmente é apenas um: Jesse. O fantasma garanhão que conquistou o meu coração em tão pouco tempo... desde o que aconteceu com eles no final do quarto livro, ele tem se afastado cada vez mais. Será que ele não sente o mesmo por ela? Qual será a reação de Jesse com o possível surgimento de um triângulo amoroso, sendo uma das pontas, o cara que ele sente um ódio profundo.
Devo dizer que tudo que Suze evoluiu nos outros livros, ela perdeu nesse. Não que ela tivesse culpa, afinal, eu também choraria feito um bebê se passasse por tudo o que ela está passando, mas e toda aquela agressividade? Que fique claro que eu sou contra violência, mas dado o histórico dela, teve momentos que até eu sentia vontade de socar alguns narizes, e tudo o que ela fazia era chorar ou ficar parada.
As revelações nesse livro fazia meu coração palpitar e pular de emoção. Ainda que não tenha sido uma história repleta de ação, foi com certeza, cheia de surpresas.
Senti bastante falta do Jesse, mas essa era a intensão. HAHA
Como disse, esse livro, ao meu ponto de vista, serviu mais como uma muleta para a Meg poder finalizar sem ter de escrever 500 páginas. Se realmente for isso, o último livro vai ser bombástico. E assim espero...

"- Eu sei - disse Jesse com um brilho nos olhos. - Finalmente eu tenho você onde quero ...
Tenho de admitir que minha respiração meio que ficou presa na garganta quando ele disse isso." 

"- É isso que você acha? Que eu queria ir embora?
- Não queria? - Encarei-o, completamente pasma. (...) Mesmo assim meu coração, que eu poderia ter jurado que havia se encolhido e explodido há um ou dois dias, subitamente voltou trêmulo a vida, mesmo eu o alertando para não fazer isso."



5 Nyans para o livro!

-Resenha por Bia Silaman

Parceria Novo Século

É com muita alegria que nós anunciamos nossa primeira parceria com editora! 
E já começamos com estilo. Sim, conseguimos a parceria com a Editora Novo Século. 
Alegria total! *-*
Vamos conhecer um pouco da nossa querida parceira.

Sobre a Editora…
Consolidando-se no mercado editorial brasileiro através da publicação de obras de ficção e não-ficção, de autores nacionais e estrangeiros, a Editora Novo Século tem sua atenção voltada aos leitores que exigem a qualidade máxima no tratamento dos textos, projetos gráficos e impressão de seus livros. Objetivando promover ótimas experiências de leitura, com foco no entretenimento, no acesso à informação e na formação cultural de seus leitores, a Editora Novo Século oferece um catálogo rico e diversificado.
Em nosso catálogo constam grandes nomes da literatura mundial como: Rainer Maria Rilke, James Baldwin, Carson McCullers e Virginia Woolf, além de autores nacionais de grande projeção e outras obras de qualidade primorosa. Na linha de negócios, autores renomados internacionalmente e altamente reconhecidos figuram no catálogo da editora, fomentando o aprimoramento dos mais variados profissionais. O repertório ainda se estende à diversão leve e descompromissada, fundamental para acolher os jovens na cultura letrada. A Novo Século apresenta em seu acervo obras de romance, terror, fantasia e aventura, como também livros que foram adaptados para grandes produções do cinema. Ainda, dando continuidade à vocação que a acompanha desde sua fundação, a Editora dá a oportunidade a um número substancial de novos autores que desejam ingressar no mercado editorial. Estes se destacam pelas abordagens originais e pela qualidade intrínseca de suas obras.
Fonte: Novo Século


A Novo Século é a editora de vários títulos e também do selo Novos Talentos da Literatura Brasileira, que com certeza vários já conhecem…

Gostaram da novidade? Nós estamos felizes demais.... *0* 
E que venham muitas outras parcerias, não é mesmo?

30 julho, 2012

Hades - Alexandra Adornetto

Essa resenha contém spoiler para quem não leu o primeiro volume da série.

Clique aqui, para ler a resenha de Halo.


Levanta a mão que acha que o inferno é um lugar de dor e sofrimento, onde  almas são torturadas e passam à eternidade em profunda agonia, é, eu também imagino assim, mas aparentemente Alexandra Adornetto discorda. Para ela, no inferno você vai ficar hospedado em um hotel cinco estrelas, recebendo café na cama e indo a jantares em uma limusine cor-de-rosa, sim, você leu certo, uma limusine rosa. Ok, eu concordo que todo autor tem a liberdade e o direito de criar o seu próprio mundo (Stephenie Meyer criou o seu próprio mito de vampiros purpurinados que brilham no sol, Lewis colocou um portal mágico para o incrível mundo de Nárnia dentro de um guarda-roupa, sem falar é claro, do fantástico e surreal País das Maravilhas de Lewis Carroll), só que infelizmente todo o cenário de Hades não me convenceu.
O segundo volume da série começa com uma festa de Halloween, onde Molly e outras amigas da nossa protagonista decidem fazer uma sessão espírita, Beth mesmo não achando uma boa ideia, acaba cedente e se juntando a brincadeira. O que ninguém podia imaginar é que isso era o suficiente para abrir um portal e trazer Jake Thorn mais uma vez a Venus Cove. Jake se aproveita da inocência (que nessa altura do campeonato eu já estou chamando de burrice) de Bethany e a arrasta para o inferno na garupa de sua moto, onde Beth descobre que Jake não é um demônio qualquer, mas sim, um dos anjos originais que caíram junto com Lúcifer, o que faz dele um príncipe e que ele está disposto a transformar Bethany em sua rainha.
E é aí que você deve pensar: “nossa, esse livro tem muito mais ação que o primeiro”, e a resposta é não, porque mesmo com possibilidades infinitas de criar uma história cheia de reviravoltas, o livro se torna maçante já que a Beth não para de choramingar pelos cantos enquanto espera que alguém vá salvá-la. Bethany também parece estar menos sagaz do que nunca, aparentemente ela é incapaz de aprender com os próprios erros, inúmeras são as vezes que o excesso de confiança nos outros a deixou em maus lençóis. Em Halo isso até que não me incomodou, mas depois de ser levada para o inferno e conviver com vários demônios, acho que não ia doer ser um pouquinho mais perspicaz, né? Aliás, a protagonista não foi à única que me irritou, Molly tem algumas atitudes tão infantis, que me fizeram querer dar alguns tapas nela.   
As coisas começam a esquentar lá pela página 250, que é quando Lúcifer entra na história – o que rendeu algumas risadas – porém o gancho não é bom e o ritmo continua lento, o que faz que um livro de 336 páginas que poderia ter sido lido em poucas horas, se arraste por quase duas semanas. No fim das contas, a autora enrola, enrola e enrola mais um pouco e joga uma bomba nas últimas duas linhas que deixa o leitor com um enorme ponto de interrogação.
Hades, aparentemente – assim como o primeiro volume da série – divide opiniões, aconselho a cada um ler e tirar suas próprias conclusões, porém não sem antes avisar que corre o risco de se decepcionar profundamente.


3 Nyans para o livro


Resenha por Vanessa Freitas

28 julho, 2012

The Duff - Kody Keplinger

Desde que Bianca Piper teve seu coração partido ela não acredita em amor, pelo menos em amor adolescente. Garotas declarando seus amores por namorados de uma semana são coisas que irritam profundamente Bianca. Cínica, irônica e reservada em relação aos seus sentimentos, ela não é como os outros jovens de sua idade, além de ser extremamente protetora com suas amigas. É assim que ela se envolve com Wesley Rush, o maior playboy mulherengo de sua escola - e só mais uma das coisas que ela odeia. Depois de se negar a ajudá-lo a ter um "lance" com suas amigas, Wesley a apelida de Duff; - Designated, Ugly, Fat, Friend (Designada, Feia, Gorda, Amiga), a última em uma grupo de amigas para quem os garotos olham e aquela a quem eles nunca dão uma segunda olhada.
Mas Bianca tem problemas maiores em sua vida do que Wesley Rush. Sua mãe, nunca presente, acaba de enviar os papéis do divórcio e seu pai, um alcoólatra em recuperação, ressentido, se entrega novamente à bebida e Bianca se vê tentando de todas as formas se livrar de seus problemas. E nada melhor do que os beijos entorpecentes e sem compromisso de Wesley. Os dois formam uma relação de interesse em que um usa o outro. Wesley como o mulherengo que é, apenas para ter sexo e Bianca para se distrair de suas dores e problemas. Mas Wesley tem mais que um corpo fantástico, ele também tem bons ouvidos dispostos a ouvi-la e compreendê-la e uma real preocupação por Bianca, além de possuir seus próprios problemas. Logo, essa relação de inimigos com benefícios se transforma em algo mais e sentimentos começam a surgir.
Infelizmente esse livro não foi licenciado no Brasil, ou seja, só tem em inglês mesmo. O que é uma pena, porque se tivesse em português eu sairia na mesma hora pra comprar.
Bianca é uma personagem muito realista, é possível realmente se identificar com algumas coisas da rotina dela. Exceto que eu não tenho nenhum Wesley gostosão pra me distrair. A forma relaxada como ela lida com algumas coisas que simplesmente nos deixariam neuróticas - pelo menos eu - é de enlouquecer algumas vezes. Eu lia e pensava "Como você pode agir assim sobre isso? Eu já estaria me enterrando em um buraco a essa altura!".
Pode parecer um pouco estranho Bianca ficar com o mesmo cara que a chamou de gorda e feia, mas acho que Wesley nunca pensou isso sobre ela realmente, e quando eles ficavam juntos ele mesmo ficava se contradizendo chamando-a de Duff sexy. Além de que Wesley não é aquilo que ele sempre quis mostrar a todos, ele possui seus próprios valores retorcidos e princípios. E sentimentos, claro.
Uma coisa que me encantou em "The Duff" foram os palavrões. Geralmente em romance adolescente não tem muito disso, mas esse livro é mais um YA e o que não falta são palavrões. Tem coisas lá que nem mesmo eu digo. Tá, dizendo isso eu pareço uma amante de palavrões, mas o que eu quero dizer é que com essa linguagem mais desleixada tudo parece mais simples, mais compreensível e mais rápido de ler. Aqueles livros com um monte de palavras complicadas em que a cada frase eu tinha que procurar em um dicionário para saber o que significava nunca foram meus favoritos. E entre um livro com palavras que você já está acostumado a ouvir no seu dia a dia e outro em que você não entende nada, é bem fácil de escolher, não é?
Exceto pelos momentos em que Bianca e Wesley estão você-sabe-o-quê a relação dos dois é bem fofa, mesmo que eles tenham pulado algumas etapas de um relacionamento normal. E no fim, essa "coisa" esquisita que eles tiveram foi benéfica para os dois. Encarar a verdade e enfrentar seu problemas foi algumas das coisas que eles aprenderam juntos.
Enfim, eu falei demais, mas eu amei esse livro.

5 nyans para o livro.


- Resenha por Carla Pereira


27 julho, 2012

A hora mais sombria – A Mediadora #4– Meg Cabot

Essa resenha contém spoiler sobre o segundo terceiro da série. Clique aqui para ler a resenha de ‘Reunião’.







Autor: Meg Cabot
Páginas: 272
Editora: Galera Record
Ano: 2009

No quarto livro da série A Mediadora, Suzannah está de férias. Sim, férias de verão, um ótimo momento para relaxar, curtir uma praia e aproveitar com os amigos.

Só que por ter uma vida totalmente badalada, é claro que Suze não consegue o seu descanso tão esperado. Ela tem que trabalhar enquanto seu meio-irmão, Mestre vai para um acampamento nerd, Dunga ajuda o pai a cavar o quintal para fazer uma piscina e Soneca trabalha no Peeble Beach Hotel and Golf Resort, onde Suze também vai trabalhar por ter sida indicada.

Trabalhando como babá ela conhece Jack, um garotinho de 8 anos muito chato antissocial, que odeia sair de casa e é filho mais novo de um casal que não se importa tanto assim com ele, já que passa grande parte do tempo jogando golfe com o filho mais velho, Paul gostosão Slater.

Depois de muito trabalho Suze consegue finalmente tirar a criança do quarto e leva-lo para dar uma volta na piscina do hotel, e é nesse meio tempo que ela descobre o motivo de Jack ter aquele comportamento totalmente estranho. Ele é um mediador, assim como ela. Só que a família acha que ele tem problemas psicológicos e é claro que ninguém acredita nele, então todos os fantasmas que aparecem o assustam.

Em paralelo com o seu trabalho de babá cafona, que é obrigada a usar um uniforme brega, Dunga escava do quintal uma caixinha com diversas cartas antigas, de Maria da Silva , ex-noiva do amado, lindo, charmoso Jesse. Por algum motivo isso incomoda de maneira assustadora a dona das correspondências, que vem de onde quer que sua alma estivesse, e começa a ameaçar Suzannah, para que ela faça com que a família pare de cavar. Aparentemente Maria não vai medir esforços para acabar com quem quer que tente “estragar a sua reputação”.

Suze não aceita ser ameaçada de tal maneira, principalmente por alguém que teve culpa na morte de seu amor, arruma ainda mais encrenca e é ai que os verdadeiros problemas começam.
“– Aquela fantasma da antiga – disse Jack, parecendo sem graça. – A boazinha, que a gente viu o retrato na sala daquele careca. Ela disse que o tal de Hector, o da outra pintura, a pequenina, estava incomodando você, e que se eu quisesse fazer uma bela surpresa, deveria exer...deveria exor...deveria…– Exorcizá-lo? – Os nós dos meus dedos tinham ficado brancos em volta do aparelho. – Exorcizá-lo, Jack? Foi o que você fez?– É – disse Jack, parecendo muito satisfeito consigo mesmo. – É, foi isso mesmo. Eu exorcizei ele.”
Esse, com certeza, é até agora o livro que eu mais gostei da série. É cheio de ação, surpresas, emoções, enfim... Eu o devorei em tão pouco tempo, não conseguia parar de ler.

Na resenha passada eu havia falado que a estória estava bem óbvia, porém em “A hora mais sombria” as reviravoltas são tantas que você fica até sem ar.

Estou lendo a edição vira-vira da série e, nela encontrei alguns erros de escrita, nada que comprometa a leitura, porém uma revisão mais séria resolveria o problema.

O final do livro também é incrível, e esse já está na minha lista de favoritos.

Gostaria de contar bem mais do livro, mas a resenha já ficou grande demais com a minha empolgação. HAHA

Em suma, AMEI tudo, menos a família Slater. #fato
Bianca Silaman:
“18 anos. Sou atriz, namorada, filha e mãe de uma micro Yorkshire, não necessariamente nessa ordem. Não tenho coordenação motora alguma, mas quero aprender a tocar piano. Meus shows no banho ultimamente tem ficado cada vez melhores."